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Jovem assassinado em Rio Branco era investigado por estupro de menina boliviana e morte da família dela, diz polícia


Gilvani Nascimento da Silva, de 19 anos, era investigado como sendo o principal suspeito de ter abusado da menor em setembro de 2020 em uma área entre o Acre e a Bolívia. Ele foi morto no Ramal Polo Benfica, no bairro Belo Jardim, na terça (6). Giovany Silva foi assassinado no Ramal Polo Benfica, em Rio Branco, na terça (6) Reprodução/Ithamar Souza O jovem Gilvani Nascimento da Silva, de 19 anos, assassinado a tiros na manhã de terça-feira (6) em Rio Branco, era o principal suspeito de ter abusado sexualmente da adolescente de 14 anos boliviana em setembro do ano passado próximo das cidades acreanas de Acrelândia e Plácido de Castro, na região de fronteira com a Bolívia. Silva conversava com amigos sentado em uma cadeira em frente de um comércio, no Ramal Polo Benfica, no bairro Belo Jardim, quando um carro parou, um homem desceu armado e tirou. Ele ainda correu para um quintal ao lado, mas foi atingido nas costas e morreu no local. Ao G1, o delegado responsável pelo caso do crime bárbaro ocorrido em 2020, Dione dos Anjos, confirmou que Gilvani Nascimento da Silva era investigado pelo crime e tinha um mandado de prisão expedido contra ele, que estava foragido. A reportagem também entrou em contato com a Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), que investiga os assassinatos em Rio Branco, e foi informada que ainda não é possível confirmar se a morte de Silva tem ligação com o estupro da menor. Contudo, a polícia busca maiores informações sobre o caso com a Delegacia de Acrelândia para aprofundar as investigações. Estupro seguido de morte da família A adolescente foi abusada em setembro do ano passado, em uma área de fronteira entre o Acre e a Bolívia. O pai da menina flagrou o crime e decidiu amarrar o suspeito para chamar a polícia. Parentes do homem, então, apareceram e atacaram a família boliviana em sua propriedade. Após atirar contra a família (mãe e dois filhos morreram), os suspeitos ainda queimaram a casa deles. A adolescente também foi baleada, mas sobreviveu após ser socorrida. O inquérito policial sobre o caso foi concluído no dia 7 de outubro de 2020. Sete pessoas foram indiciadas pelos crimes de triplo homicídio qualificado, corrupção de menor, ocultação de cadáver, estupro, homicídio tentado, posse ilegal de arma de fogo e por integrarem organização criminosa. Em dezembro do ano passado, a polícia prendeu Gilvan Nascimento da Silva, sexto suspeito de participar do crime, na cidade de Acrelândia. O suspeito foi encaminhado para um presídio em Rio Branco. Polícia Civil conclui inquérito sobre chacina de família boliviana na fronteira do AC Arquivo/PC-AC Indiciamento Dos sete indiciados, todos estão presos no Complexo Penitenciário de Rio Branco, um foi morto. Um adolescente também foi apontado como participante do crime e está apreendido em um centro socioeducativo de Rio Branco. Não há mais nenhum suspeito foragido e todos são da mesma família. Corpos foram achados na propriedade da família boliviana na área de fronteira Arquivo/PM-AC Adolescente e pai em abrigo A adolescente boliviana que viu a mãe e os dois irmãos serem mortos e também levou tiros chegou a ser encaminhada para um abrigo no Acre com o pai. Eles eram acompanhados por uma equipe do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Infância, Educação e Execução de Medidas Socioeducativas (Caop) do Ministério Público do Acre. Em dezembro do ano passado, pai e filha voltaram para a Bolívia. A menina levou quatro tiros no ataque e ficou internada em Rio Branco por 40 dias. Ela teve alta médica no dia 23 de outubro de 2020, após passar por três cirurgias, no braço e no maxilar. Reveja os telejornais do Acre

source https://g1.globo.com/ac/acre/noticia/2021/04/08/jovem-assassinado-em-rio-branco-era-investigado-por-estupro-de-menina-boliviana-e-morte-da-familia-dela-diz-policia.ghtml

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